domingo, 23 de maio de 2010

A ponte


Oposição denuncia desvio de dinheiro na Prefeitura de Garanhuns

A bancada de oposição na Câmara de Garanhuns promete levar às últimas consequências a denúncia que recaiu sobre a Prefeitura de desvio de R$ 18 mil, inicialmente destinados à reforma de uma ponte no distrito de Miracica, para a filha do prefeito Luiz Carlos Oliveira (PDT), Andréa Oliveira. O vereador Geraldo Lucena (PV) ingressará, com um pedido de CPI para a apuração do caso. Ele já havia protocolado a solicitação junto à Mesa Diretora da Casa com quase o dobro assinaturas necessárias. “Era preciso ter quatro assinaturas e a gente já tem sete”, assegurou o verde.


Em paralelo à possibilidade da instauração da CPI, uma ação de improbidade administrativa está sendo movida pelo Ministério Público contra a Prefeitura. O promotor responsável pelo caso, Alexandre Bezerra, emitiu uma nota oficial anunciando a inclusão de um DVD contendo gravações entre o dono da construtora contratada para a reforma e o secretário municipal de Administração, Wellington Xavier. No material, o empresário Valfrido Júnior atesta que os recursos desviados seriam encaminhados para a filha do prefeito.


“Na nota, confirmamos a ação de improbidade contra servidores, ex-servidores, empresa privada e outros agentes públicos pela contratação de um serviço de reforma de uma ponte, no Sítio Baraúna, que não foi executado. O processo judicial corre na Vara da Fazenda Pública. Nós, do Ministério Público, encaminhamos para apreciação da Justiça”, relatou o promotor.


Autor da denúncia, o vereador Sivaldo Albino (PPS) lembra que, em setembro do ano passado, encaminhou para o MP uma nota de sub-empenho no valor de no valor de R$ 18.199,00, a ordem de pagamento, um ofício assinado pelo então secretário de Obras solicitando à Secretaria de Finanças o pagamento pelo serviço, e um ofício assinado pelo hoje ex-secretário de Finanças, Acácio Calado, autorizando o pagamento.

Festival Cultural

COMUNIDADE QUILOMBOLA VIVENCIA FESTIVAL CULTURAL






Com o objetivo de valorizar a identidade ético-racial e celebrar a ancestralidade dos povos negros, a Comunidade do Estivas, realizará a oitava edição do Festival Cultural do Quilombo Estivas. A festividade acontecerá no período de 21 a 23 de maio, no Sítio Estivas, localizado na zona rural do Município, a 8 KM do centro de Garanhuns.


O Evento, organizado pela Associação Remanescentes dos Quilombos do Estivas (ASSOREQUE) trará a apresentação de danças ligadas à cultura afro; concurso da mais bela garota Quilombola, além de shows de forró. A festa é aberta ao público.


ESTIVAS - A comunidade quilombola do Estivas foi formada após a morte de Zumbi dos Palmares, em Alagoas, quando muitos negros se refugiaram em Garanhuns, onde encontraram condições para formar um novo quilombo. Atualmente a comunidade é formada por cem famílias.


PROGRAMAÇÃO


21 de maio (Sexta-Feira)


19h30min - Dança Afro Nação Negra do Sítio Tigre
20h - Mestre Juarez e a Terra da Lua
21h - Forró Pegada de Ouro
22h - Djair e Banda


22 de maio (Sábado)


19h - Vozes do Quilombo
19h30min - Concurso da mais bela quilombola (participação do grupo Oba Aié do Estivas)
21h - Grupo Negra Atitude
21h - Grupo de dança do Estrela
22h - Grupo de Côco Castelo Branco
23h - Forró Pegada Fatal


23 de maio (Domingo)


16h - Arrastão de Maracatu (Castainho à Estivas)
16h30mim - Quadrilha Tradição da Boa Vista
17h40mim - Ensaio aberto dos grupos culturais das comunidades quilombolas
18h30mim - Banda de Pífanos Folclore Verde.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

ENSINO APRENDIZAGEM



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A prática educativa–Como ensinar Antonio ZABALA O argumento deste livro consiste em uma atuação profissional baseada no pensamento prático, mas com capacidade reflexiva e que necessitamos de meios teóricos para que a análise da prática seja verdadeiramente reflexiva. • Parâmetros institucionais e organizados; • Tradições metodológicas, possibilidades reais dos professores; • Meios e condições físicas existentes. • Num modelo em que a aula se configura como um microssistema definido por determinados espaços, uma organização social, certas relações interativas, forma de distribuir o tempo e um determinado uso de recursos didáticos, numa interação entre todos os elementos. • Ao momento em que se produzem os processos educacionais, ela tem um antes e um depois: o planejamento e a avaliação dos processos educacionais. • Dentro de um modelo de percepção da realidade da aula, onde estão estreitamente vinculados o planejamento, a aplicação e a avaliação, teremos que delimitar a unidade de análise que representa este processo, ou seja, a atividade ou tarefa. Por exemplo: uma exposição, um debate, uma leitura, uma pesquisa bibliográfica. - Atividades ou tarefas → unidade básica do processo de ensino/aprendizagem, cujas diversas variáveis apresentam estabilidade e diferenciação: relações interativas professor-aluno, e alunos, alunos; uma organização grupal, determinados conteúdos de aprendizagem, certos recursos didáticos, distribuição de tempo e de espaço, um critério avaliador. - Atividades ou tarefas são insuficientes para proporcionar uma análise dos diferentes estilos pedagógicos, é preciso ampliar esta unidade elementar e identificar como nova unidade de análise, as seqüências de atividades ou seqüências didáticas, que permitem a avaliação sob uma perspectiva processual, incluindo as fases de planejamento, aplicação e avaliação. - Desde o modelo aula magistral ( com a seqüência: apontamentos ou manual, prova, qualificação) até o método de projetos (escolha do tema, planejamento, pesquisa...) têm como elementos indicador as atividades, que só adquirem personalidade diferencial conforme sua organização em seqüências ordenadas. - As variações Metodológicas da Intervenção na aula 1 – Seqüências de atividades – maneiras de encadear e articular as diferentes atividades ao longo de uma unidade didática. - Indicam a função que tem cada uma das atividades. 2 – O papel dos professores e alunos ou alunos/alunos → clima de convivência de acordo com as necessidades de aprendizagem. 3 – Organização social da aula – grandes grupos, grupos fixos e variáveis contribuem para o trabalho coletivo e pessoal. 4 – Utilização dos espaços e do tempo – concretizam as diferentes formas de ensinar. 5 – Organização dos conteúdos – provém da própria estrutura formal das disciplinas e formas organizativas globais e integradoras. 6 – Uso dos materiais curriculares – importância que adquirem nas diferentes formas de intervenção (nas exposições, experimentação). 7 – Sentido e papel da avaliação – entendida no seu sentido restrito de controle de resultados, como na concepção global do processo de ensino/aprendizagem. - A Função Social – finalidade (por que ensinar) • São colocadas as intenções educacionais, o que pretendemos que nossos alunos consigam; • C. Coll estabelece um agrupamento de capacidade: cognitivas, motoras, autonomia pessoal (afetiva), de relação interpessoal e de inserção e atuação social. - Os conteúdos – explicam as intenções educativas ( o que ensinar) • Tudo que se tem que aprender para alcançar determinados objetivos: • Devemos falar de conteúdos de natureza variada: dados, habilidades técnicas, atitudes, conceitos, etc. • Coll propõe a classificação dos conteúdos em:
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a) conceituais – englobam: fatos, conceitos, princípios (“O que se deve saber”); b) procedimentos: dizem respeito a técnicas e métodos (“O que se deve saber fazer”); c) Atitudinais: abrangem valores, atitudes, normas (“Como se deve ser”). - Não é possível ensinar nada sem partir de uma idéia de como as aprendizagem se produzem (conhecer as teorias). - As formas de intervenção devem levar em conta a diversidade dos alunos, identificando o desafio de que necessitam, a fim de que se sintam estimulados em seu trabalho. - O Construtivismo • Estruturas cognitivas – esquemas de conhecimento. • Esquemas de conhecimentos depende: - nível de desenvolvimento e – conhecimentos prévios. • Papel ativo do aluno e do professor → atividade mental → sucessivos equilíbrio, desequilíbrio e requilibrio. • Zonas de desenvolvimento proximal. • Na perspectiva construtivistas, as atividades de ensino têm que integrar ao máximo os conteúdos e por mais específico que seja, sempre está associado a conteúdos de outra natureza. • Aprendizagem dos conteúdos atuais:- fatos, conhecimentos, situações, dados e fenômenos concretos e singulares, conhecimento estes indispensáveis para compreender informações e problemas. • Ensino baseado em exercícios de repetição mediante organizações significativas ou associações. • Aprendizagem de princípios e conceitos – Termos abstratos ○ Ex de princípios:- leis, regras ○ Ex de conceitos – densidade, impressionismo ○ Implica em compreensão que vai além dos enunciados. ○ Característica dos conteúdos conceituais – não estar acabado ○ Processo de elaboração pessoal requerem compreensão do significado. • Aprendizagem dos conteúdos procedimentais:- destreza ou habilidades ○ É um conjunto de leis ordenadas e com um fim. ○ Ex:- ler, desenhar, calcular, traduzir. ○ São ações ou conjuntos de ações, que são o ponto de partida. ○ Só se aprende fazer, fazendo e pela exposição do professor ○ È exercitação múltipla, refletindo sobre a atividade (atuação). ○ É preciso aplicá-los em contextos diferenciados. • Aprendizagem de conteúdos atitudinais:- valores, atitudes, normas ○ Valores – Idéias éticas (solidariedade, liberdade, respeito) ○ Atitudes – Tendências ou predisposições (cooperar, participar, ajudar) ○ Normas – padrões ou regras de comportamento (conforme grupo social), análise dos fatores positivos e negativos, envolvimento afetivo e avaliação. • É necessário saber se a seqüência didática programada para desenvolver determinado conteúdo serve para alcançar os objetivos previstos. • Para reconhecer a validade das seqüências didáticas tendo em vista a concepção construtivista e a atenção à diversidade é interessante verificar se as atividades propostas: ○ Permitem verificar os conhecimentos prévios; ○ Os conteúdos são significativos e funcionais; ○ Estão adequados ao nível de desenvolvimento; ○ Representam desafios que permitam criar zonas de desenvolvimento proximal; ○ Provoquem conflito cognitivo; ○ Promovam uma atitude favorável à aprendizagem; ○ Estimulam a auto-estima; ○ Ajudam a adquirir habilidades para aprender a aprender AS SEQUENCIAS DE CONTEÚDO – OUTRA UNIDADE DE ANÁLISE • Definida como um conjunto ordenado de atividades estruturadas e articuladas para a consecução de um objetivo em relação a um conteúdo concreto. ○ Ex:- conteúdo conceitual “componentes da paisagem” – será realizada uma série de atividades de ensino com objetivo de que no final da unidade a aprendizagem desse conteúdo, seja dominada por todos os alunos. AS RELAÇÕES INTERATIVAS EM SALA DE AULA:- o papel dos professores e alunos • A influência da concepção construtivista na estruturação das interações educativas na aula para facilitar a aprendizagem:- ○ Planejar a atuação docente de forma flexível para permitir a adaptação às necessidades dos alunos;
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○ Contar com as contribuições e conhecimentos dos alunos; ○ Ajudá-los a encontrar sentido no que estão fazendo; ○ Estabelecer metas ao alcance dos alunos; ○ Oferecer ajudas adequadas; ○ Promover a atividade mental auto-estruturante; ○ Estabelecer ambientes que promovam a auto-estima e o autoconceito; ○ Promover canais de comunicação; ○ Potencializar a autonomia; ○ Avaliar os alunos conforme suas necessidades e seus esforços; ○ Incentivar a auto-avaliação; • É imprescindível prever situações que favoreçam diferentes formas de se relacionar e interagir (grupos, equipes fixas e móveis, assembléias, trabalhos de campos, etc.) PAPEL DOS AGRUPAMENTOS • Cada tipo de agrupamento comporta vantagens e inconvenientes, certas possibilidades e certas potencialidades educativas diferentes. A Escola como grande grupo • As características da organização grupal estão determinadas pela organização e pela estrutura de gestão: relações interpessoais, papéis, responsabilidades, participações, etc. • Distribuição da escola em grupos/ classificações ○ Classes homogêneas e heterogêneas; ○ Conveniência dos grupos heterogêneos:- modelos diferentes de pensar e atuar, surgimentos de conflitos cognitivos, a possibilidade de receber ajuda de colegas; • Distribuição da escola em grupos/Classes móveis ou flexíveis:- ○ Atender ao diferentes interesses (escolas que trabalham com créditos ou matérias opcionais); ○ Atender as diferentes competências; Organização da Classe em grande grupo • Apropriado – ensino de conteúdos factuais • Limitado – ensino de conteúdos conceituais, porque não permitem inter-relações, poucas oportunidades de conhecer o processo de elaboração mental que cada aluno segue. – Dificuldade de prestar a ajuda que o aluno precisa. • Útil aos conteúdos procedimentos para dar a conhecer a utilidade do procedimento, técnica ou estratégia, mais difícil poder propor atividades de aplicação e exercitação necessárias para cada aluno; • Conteúdos atitudinais podem ser feitos em grandes grupos porque o componente cognitivo destes conteúdos exigem trabalho de compreensão, mas os componentes afetivos e comportamentais dos conteúdos atitudinais exigem atividades que coloquem os alunos em situações problemáticas ou de conflitos. Situações que dificilmente podem se realizar em grande grupo, com exceção da assembléia de alunos. A assembléia é adequada, mas é insuficiente. Organização da classe em equipes fixas • Oferecem oportunidades para trabalhar conteúdos atitudinais; • Oferecem oportunidades de debates, de receber, e dar ajuda (solidariedade e cooperação); • Aceitação da diversidade; Organização da Classe em equipes móveis e flexíveis • Atender as características diferencias dos alunos; • Oportunidade de atenção personalidade do professor ao grupo; • Período de tempo dos agrupamentos é limitado; • Eles poderão ser algumas vezes homogêneos e outras heterogêneos; • São adequados aos conteúdos procedimentais (matemática, artes) Trabalho individual • É oportuno porque a aprendizagem em última instância é sempre uma apropriação pessoal; • Ele será efetivo, uma vez entendido o conceito, realize atividades e exercícios que permitirão ampliar, detalhar, recordar, e reforça ou que foi aprendido; • É útil para memorização de fatos, para aprofundamentos de conceitos e para maioria dos conteúdos procedimentos em que se deve adaptar o ritmo e a proposição de atividades às características dos alunos. • Os Contratos de Trabalho (Freinet) – consiste em facilitar a tarefa do professor. O aluno faz um acordo
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com o professor. É imprescindível contar com materiais preparados e que as atividades sejam seqüenciadas e progressivas. (Número de atividades que deveram fazer). Distribuição do tempo e do espaço • Distribuição tradicional • Os cantos e as pequenas oficinas, bibliotecas, sala ambiente; • Prédios grandes, são radicalmente contrários as propostas educativas pois é impossível promover determinadas atitudes, ou um bom clima afetivo onde não podem se sentir seguros, no anonimato. A distribuição do tempo não é o menos importante. • Devem variar de acordo com as atividades previstas e necessidades educacionais. A ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS • Diz respeito a relação e a forma de veicular os diferentes conteúdos conteúdos de aprendizagem que formam as unidades didáticas • Podemos encontrar propostas que rompem com a organização centrada por disciplinas (propostas metodológicas globalizadoras). • Nos métodos globalizados as disciplinas nunca são a finalidade do ensino, elas têm a função de proporcionar os meios ou instrumentos para realização dos objetivos educacionais; • Nos métodos globalizados a organização se realiza a partir da perspectivas de como os alunos aprendem; ○ Nascem quando o aluno se transforma em protagonista do ensino. ○ Ex;- centros de interesse, projetos, investigações do meio, projetos de trabalho (todos partem de uma situação real). • As disciplinas com organizadoras dos conteúdos. • A fragmentação do saber e a diversificação do saber em múltiplas disciplinas; • Podemos estabelecer três graus de relações disciplinares:- 1-) a multidiciplinaridade – conteúdos apresentados por matérias independentes uma das outra; 2-) a interdisciplinaridade – interação entre dias ou mais disciplinas, integrando os conceitos idéias, metodologia; 3-) a transdicciplinaridade – integração global, dentro de um sistema totalizador OS MATERIAIS CURRICULARES E OUTROS RECURSOS DIDÁTICOS • São aqueles que proporcionam ao educador referências e critérios para tomar decisões, no planejamento e na intervenção no ensino e na avaliação; • Podem ser tipicados conforme;- 1-) o âmbito de intervenção (planejamento da aula, grupo, classe, individual); 2-) a intecionalidade da função (orientar, exemplificar, ilustrar); 3-) os conteúdos e as maneiras de organizá-los (integradoras, globalizadoras, conteúdos procedimentos, conceituais); 4-) suporte (quadro negro, papel, cadernos, fichas, livro didático) Observação:- Quanto aos conteúdos atitudinais, não existem suportes a serem usados comprofusão, a não ser o vídeo e os textos. • Criticas ao livro didático e materiais curriculares:- • Esteriótipos culturais; • Proposições vinculadas a determinadas correntes ideológicas; • Não podem oferecer toda informação necessária para garantir a comparação; • Fomentam atitudes passivas do aluno; • Impedem o desenvolvimento de propostas mais próximas da realidade; • Não favorecem a comparação entre realidade e ensino escolar; • Não respeitam a forma nem o ritmo de aprendizagem do aluno (uniformização do ensino) • Fomentam as estratégias de memorização Observação:- Proceder a busca de referências e critérios para análise e confecção dos materiais curriculares. • Projeção estática (retroprojetor, slides) suporte e elementos esclarecedores de muitas idéias e facilitam o diálogo, ajudam a centrar a atenção, mas é preciso não pecar pelo excesso de uso. • Imagem de movimento – (filmes, gravações de vídeo). • Atuam como suporte nas exposições e como fonte de informação. • É importante ir gerando e cortando, para estabelecer com a classe • Suporte de Informática:-
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• Possibilidade de estabelecer um diálogo mais ou menos aberto entre o programa e o aluno: • Permite fazer simulações de técnicas e procedimentos; • Contribui para formação de conceitos. • Suporte Multimídia:- • Uso do disc laser, CDI ou CD-ROM (interessante ver a disposição) banco de dados de fácil acesso. Conclusão:- A existência de materiais curriculares diversificados facilitará a elaboração de propostas singulares. A pertinência dos materiais estará determinada pelo uso que se faça deles, nos diferentes contextos educativos. A AVALIAÇÃO • Não deve se limitar somente a avaliação do aluno, mas também o grupo / classe, inclusive o professor ou a equipe docente, o processo de ensino é a própria forma de avaliação. • A avaliação inicial (diagnóstica); • A avaliação reguladora (como cada aluno aprende) modificação e melhora contínua do aluno; • A avaliação integradora (todo percurso do aluno) informe global do processo; • A avaliamos para o aperfeiçoamento da prática educativa; • Compartilhar objetivos – condições para avaliação formativa; • A informação dos resultados de aprendizagem.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

I Semana de Meio Ambiente (SEMEIO – UFRPE)

Estamos aqui para informar que a I Semana de Meio Ambiente (SEMEIO – UFRPE) será do dia 31 de Maio de 2010 a 02 de Julho de 2010, na Universidade Federal Rural de Pernambuco, com o tema ”Globalização x Meio Ambiente: A Biologia e a Sociedade como meio de Transformação” . A inscrição custará R$ 5,00 + 1Kg de alimento não perecível (exceto sal e açúcar) e terá direito a 1(um) minicurso, além de participar de oficinas e mostra de vídeos.

Mais Informações: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=8443012308940152820 (Profile do D.A.B.B – UFRPE)
(81) 3320 – 6307 (Telefone do D.A.B.B –UFRPE)
dabbufrpe.blogspot.com (Blog do D.A)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Educação e Cultura Greco-Romanas



H.-I. Marrou, em sua magnífica História da Educação na Antiguidade, marca, na história da civilização antiga e medieval, três momentos, que dirigem o ritmo da vida do homem. Primeiro, o da civilização da polis, catalizada pelo ethos da cidade-estado; a seguir, o da civilização da paideia, centrada no aperfeiçoamento do indivíduo, e, finalmente, o da civilização da theopolis, capturada pelo apelo transcendental da fé.
Partindo do ideal paidêutico do herói guerreiro (Aquiles), a evolução dessa cultura matriz vai definir-se, sempre mais, no sentido de acentuar o aspecto intelectual na formação humana, em detrimento do físico, como bem assinala Marrou naquela obra, e Aristófanes, em As Nuvens (séc. V a.C.), ilustra com raro brilho. E quando nos primeiros tempos do cristianismo, no mundo cristão se direciona o esforço pedagógico para uma referência central - o Livro (Bíblia) - o que se faz é canalizar para o transcendente uma mentalidade voltada, já, ao final do império romano do ocidente, para a formação do escriba.
Dos primórdios da cultura grega até o século V A.D, a história da educação só é interrompida com a queda do império romano do Ocidente. Nesses quinze séculos de civilização, divididos pelo nascimento de Cristo, deve-se reconhecer a originalidade do período helênico - das origens até o século IV a.C. - sob cuja inspiração desenvolveu-se o helenístico-romano.
De fato, das origens heróicas à conquista da Grécia por Filipe vão definir-se as grandes referências dos quadros educativos dos séculos subsequentes. Em especial, sob a tutela espiritual da cidade-estado (polis), nasce e cresce a reflexão filosófica, abrem-se caminhos especulativos para temas da ciência, lançam-se os fundamentos teóricos da política, e se consolidam os paradigmas da vida democrática.
Mas, a para história das práticas e saberes educativos, foi de vital importância a constituição epistemológica da disciplina, o que tornou possível, a seguir, tudo o mais que acompanhou, do helenístico aos nossos dias, a vida escolar com programas e currículos, fundada em ciclos, graus ou níveis. Isto não se teria feito sem a demarcação de lotes específicos no campo do saber, trabalho notável de intelectuais gregos, sobretudo de alguns sofistas.
Assim, ao lado de uma incipiente, mas regular, iniciação escolar em nível de primeiras letras, o período helênico legou-nos aquilo sem o que a idéia de formação não teria sido depois, absolutamente, institucionalizada em grande estilo.
O helenístico consolida e expande os quadros da formação clássica e a grande marca desse período é a ênfase na formação do sábio cosmopolita e, não mais, como na anterior, do cidadão da polis (polites). Estruturam-se os estudos que delineiam o perfil de um ensino secundário e florescem vários centros de pesquisa superiores (Atenas, Pérgamo, Rodes, Alexandria etc) Disputam o primeiro lugar, na formação do homem, filosofia e retórica, conquanto a cultura helenística tenha sido essencialmente literária, e todo bom orador tivesse freqüentado a filosofia.
Quando Roma conquista a Grécia no século II a.C., apenas tornará claro para o mundo, a partir daí, uma influência que já sofria antes (por meio dos etruscos, da Magna Grécia) e à qual ainda resistia. A civilização romana, até então marcada e defendida pela sua originalidade (educação do pater-famílias, gerente do patrimônio familiar rural, soldado exemplar e cidadão piedoso) se deixará subjugar pelo poder do lógos helênico.
Incorporando, na medida de suas conquistas, a civilização helenística, Roma também vai adotar os quadros e conteúdos da prática pedagógica do mundo bárbaro helenizado, adaptando-os, porém, aos seus valores e ao seu espírito pragmático. Dessa forma, ela nos preservará o patrimônio cultural dos pais de nossa civilização - os gregos, acrescido de sua contribuição e originalidade, no campo da Arquitetura, da Medicina e, sobretudo, do Direito.

domingo, 2 de maio de 2010

ARTIGO CIENTÍFICO UMA NECESSIDADE.


Para todos oa estudantes que nescesitam aprender como construir um artigo cientifico lembrando que essas base podem ser alteradas de acordo com a publicação
abaixo se encontra um link de Otima importancia e relevancia a resposta desta maravilhosa construção do Saber.


http://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=A321LE03ab8C&oi=fnd&pg=PA15&dq=como+fazer+artigos+cientificos&ots=RGCRsbe17r&sig=kx89E__udRVncPAyA5eTKE3Kg18#v=onepage&q&f=false

sexta-feira, 30 de abril de 2010

UAG oferece novo Mestrado a partir do segundo semestre

A Unidade Acadêmica de Garanhuns da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UAG / UFRPE) irá oferecer, a partir do segundo semestre de 2010, novo curso de Mestrado: Ciência Animal e Pastagens. O curso foi aprovado em fevereiro deste ano pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O programa abrange a área de concentração em Produção de Ruminates e quatro linhas de pesquisa: Produção e manejo de ruminantes; Nutrição e avaliação de alimentos para ruminantes; Avaliação da qualidade de conservação e valor nutricional de silagens e fenos; e Ecofisiologia e sistemas de produção de plantas forrageiras e desempenho de animais em pastagens.

Em breve estará disponível na internet a página com informações detalhadas sobre o programa e o início das inscrições.